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Dutra ladeira! Detentos fazem vídeo de dentro da cela e ameaçam matar muita gente

Dutra ladeira! Detentos fazem vídeo de dentro da cela e ameaçam matar muita gente

Um vídeo que está circulando na internet feito de dentro da Penitenciária Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves. De acordo com o vídeo, os detentos estão insatisfeitos com o atual diretor do presídio Rodrigo Machado.

De acordo com os detentos, “o massacre vai começar, vamos botar o terror em tudo. Lá fora muita gente vai morrer, o bagulho vai ficar doido. Se não começar a atender às nossas reivindicações vamos botar fogo em tudo, vai morrer muita gente. Generalizou, nós estamos sujeitos a tudo, a matar e a morrer. Nós somos o lixo da sociedade, tem gente morrendo aqui dentro e ninguém tá nem aí. A culpa é do senhor Rodrigo Machado”.

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Ainda segundo o vídeo, os detentos também estão insatisfeitos pela forma de como suas visitas estão sendo tratadas. Uma bomba relógio está prestes a explodir também nas penitenciárias de Minas.

Se o governo não intervir, fatos lamentáveis como os que estamos vendo pelo Brasil a fora vão começar. O diretor citado no vídeo, Rodrigo Machado, ainda não se pronunciou oficialmente.

Por Felipe Cruz

Formado em Jornalismo pelo Uni-BH, especializado em Marketing Político e Mídias Digitais. Ceo do Vetor Norte Notícias e editor-chefe do Portal.
“Acredite nos seus sonhos e vá em busca de realizá-lo”.

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Comentários
  • Ajudar Nois….. engraçado pra eles tem proteção… governo gasta com esta cambada mais de 3, 500 $ por mês… e ainda vem fazer ameaças… recebem salário pra não fazer nada… brincadeira…
    Será que ainda existe aquele lugar?
    ILHA DAS COBRAS? FAZEM CADEIAS LA…

    17 de janeiro de 2017
  • Ao ver a notícia em http://g1.globo.com/…/rebeliao-em-presidio-de-belo-horizont…, só posso publicar a razão de tudo isso ter acontecido: tudo que está escrito abaixo já é passado! Ou seja, mudaram os personagens, então, mudou o rumo da história…
    Caminhei muito em 2016, a fim de encontrar aquilo que tanto sonhava. Acreditava demasiadamente na ressocialização de egressos em sistemas penitenciários. Então, como aqui onde resido ainda está distante do humanamente esperado, almejei conhecer os presídios de Belo Horizonte – MG, tentando achar a “agulha no palheiro”. Foi aí que achei o ex-diretor Luis Fernando de Sousa Flsousa Flsousa e o diretor adjunto Alexandre Paixão de Aguiar, Paulo Cezar Santos e a equipe que por eles era dirigida: Presídio Dutra Ladeira.
    Antes essa visita seria para escrever um livro. Depois mudei a pretensão para um artigo acadêmico, mas aí teria que tirar o tempero das palavras, as sensações e percepções que a linguagem academicista acaba apagando.
    Essa experiência que tive não pode ser fundamentada por nenhum teórico, já que nenhum esteve lá comigo durante este dia. Quisera eu prolongar esse momento breve por uma longa jornada, mas, com certeza, teria perdido algumas especiarias durante o trajeto, o que implicaria na escrita deste relato.
    Ao chegar ao Presídio Dutra Ladeira, senti um impacto, já que possivelmente esperava terror por detrás daqueles muros e portões.
    Estava diante de uma atuação profissional que o Brasil desconhece. O Brasil precisa fazer com que esses presídios possam realizar benchmarking, a fim de haver trocas de experiências de sucessos e fracassos, intercâmbio de projetos que têm ajudado muito na realização da administração de um complexo penitenciário, em que tanto presos como os apoderados sofrem pressão, medo, estresse e constante estado de alarme, sempre a espera de um fato que seja prejudicial a todos que ali dividem suas rotinas de vida e trabalho.
    Mesmo não acreditando 100% nos efeitos da ressocialização, aplaudo e acredito que se pode muito fazer dentro dos presídios a fim de, pelo menos, amenizar as vidas privadas de liberdade, em momento de aflição e tensão.
    Espero que cada presídio do Brasil possa adotar as mesmas posturas do Luís Flsousa Flsousa, Alexandre Aguiar e Paulo Cezar Santos. Acredito que, mesmo sabendo que o presídio não é o céu e que todos têm que pagar suas penas, muito mais saudável e proveitoso proporcionar uma gestão que oportunize, pelo menos, a 1 em 1000, ter condições de alcançar a regeneração e condições de chegar até o fim, sem que haja revolta, rebelião, mortes e sofrimentos que nada ajudam. Aliás, apenas desgastam, gastam e destroem, inclusive aqueles que prestam serviços nos presídios.
    O que me levou a Belo Horizonte (MG) foi uma pesquisa que teve sucesso de modo inverso: por meio da decepção. Aquilo que acreditei, busquei e sonhei, na verdade era fachada, teatro e mais uma forma de sobreviver na selva social. Porém, tive uma vitória: cheguei à conclusão que, literalmente, “cada caso é um caso”, e quem cometeu crime deve pagar, deve cumprir. Lamento que a justiça ainda seja injusta em muitos casos, quando muitos dos que mataram de forma hedionda já estejam em liberdade, enquanto outros que roubaram uma lanchonete estejam esquecidos pela mesma justiça que só comete o que contrapõe a sua nomenclatura vestida.
    Agradeço à equipe Dutra Ladeira, aos muitos que ali cumprem suas penas e compartilharam conosco de suas dores, pensamentos e sonhos. Volto a São Luís acreditando que muitos outros Presídios que arrastam as manchetes no Brasil, possam tentar chegar perto dessa verdade, desses modelos de gestão que ajudam o Estado, a sociedade, transformando as mil verdades cruéis em sonhos ainda capazes de ser realidade.
    Desejo, de forma incomensurável, que estudiosos e pesquisadores, assim como o Brasil todo, saiba que ainda existem pessoas que trabalham pelo e para o Estado de forma brilhante. Parabéns à ex-equipe Dutra Ladeira e que o Brasil ou, pelo menos, meus amigos que leram este post saibam disso! Consuelo Schliebe

    21 de março de 2017

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