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Então, o que dizer desse belo exemplo que aconteceu em Minas. Dois índios da etnia Pataxó se formaram em medicina na Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Amaynara Oataxó, de 27 anos, é de uma aldeia da cidade de Carmésia, no Vale do Rio Doce. Sua aldeia possui pouco mais de 300 índios, e ela volta pra casa médica generalista.

Que sirvam de exemplo! Índios se formam em Medicina na UFMG

Que sirvam de exemplo!  Índios se formam em Medicina na UFMG

 Índios se formam em Medicina na UFMG – Muito de nós temos sempre uma desculpa na ponta da língua quando desistirmos de alguma coisa ou justificarmos uma falha. Mas é na escola da vida que aprendemos que quanto mais desculpas damos, menos nossa vida evolui.

Então, o que dizer desse belo exemplo que aconteceu em Minas. Dois índios da etnia Pataxó se formaram em medicina na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Amaynara Oataxó, de 27 anos, é de uma aldeia da cidade de Carmésia, no Vale do Rio Doce. Sua aldeia possui pouco mais de 300 índios, e ela volta pra casa médica generalista.

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O outro índio a se formar é o jovem Vazigton Guedes Oliveira, também da tribo pataxó. Ele veio da cidade de Cumuruxatiba, distrito de Prado, no sul da Bahia. Nessa cidade ele vive com, aproximadamente, quatro mil índios, sendo o primeiro a conquistar um curso superior na aldeia.

Amaynara e Vazigton entraram na universidade graças ao Programa de Vagas Suplementares para Estudantes Indígenas, iniciativa criada em 2009 como um projeto experimental, e de lá pra cá, os números só aumentarão. De acordo com a UFMG, entre 2010 e 2013, 46 alunos indígenas ingressaram nos cursos de Enfermagem, Medicina, Agronomia, Odontologia, Ciências Sociais e vários outros.  Eles passam por um processo seletivo especial para ingressarem na faculdade

“Estou muito feliz por poder ajudar a minha comunidade. Sempre passam médicos por lá, mas ficam pouco tempo.  Quero ganhar experiência primeiro e retornar preparado para ajudar”, afirma Vazigton. 

“Todos da aldeia já sabiam do meu desejo em ser médica,  de ajudar a minha comunidade através da medicina. É de encher os olhos adquirir conhecimento e ver a esperança nos olhos das pessoas”, ressalta Amaynara.

A colação de grau aconteceu em Belo Horizonte, no dia 23 de dezembro.

Por Felipe Cruz

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